sábado, 14 de abril de 2012
A gente esquece, vive, e uma hora, vem a saudade, do nada, a tona! Aí eu lembro de tudo! Lembro do início, de quando tudo parecia perfeito, e pra ti estava, pra mim só parecia... Nos separamos pelo verão e eu não fiz absolutamente nada, porque eu te respeitava. Voltamos do verão e vi que não foi bem assim. Sofri, chorei, não dormi. Por que? Porque eu já amava, de uma maneira doentia. Esperei da minha maneira, tentei te achar em outras pessoas, mas só encontrei uma vez. E quando eu parei em ti de novo. Comecei do zero como se fosse mudar alguma coisa. Com o tempo começaram a aparecer os problemas também, mas não era normal, era triste... Eu me judiei ao tentar de novo, mas porque eu acreditava em tudo que havia entre nós. Meu grande problema? Guardar rancor, mas muito bem guardado, que quando houvesse o momento certo, eu explodiria. Aconteceu, eu explodi e estraguei tudo. Só sobrou a saudade mesmo. Aquela bem louca, que quando tu menos espera, aparece. Quando eu estou sozinha, sentada naquele sofá que marcou o dia 26/7, pra mim. Simples coisas, pequenas coisas, músicas... Do nada, só vem, e me estraga. Já vi que isso não vai passar nunca, porque o tanto que eu chorei, foi a intensidade de cada sorriso por ti. Guardo cada lembrança como um combustível pra minha felicidade, gosto de lembrar, de chorar, mas de chorar sem saber que não vai acontecer de novo. Foi bom ali, o tempo que passou. É uma dor boa, pensar que acabou e cada um segue seu rumo e tiramos algum proveito do que tivemos. Eu digo que teve amor, um pequeno grande amor, que em mim ainda não morreu. Só dormiu, ta ali, paradinho. Eu vou amar, pra sempre, vou te olhar na rua e fingir que tu é só mais um, mas eu sei que não foi, tu foi quem me ensinou muita coisa, e que até hoje me faz chorar, por nada. É um coquetel de sentimentos que eu só vou demonstrar com um movimento de cabeça. Passou, acabou. Não volta, mas em mim, vai ser pra sempre.
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